Agefield High: Rock the School, da Refugium Games, tem se mostrado uma decepção para aqueles que esperavam um sucessor à altura de Bully. Com referências claras ao clássico da Rockstar, o jogo não consegue entregar uma experiência envolvente, mesmo após seis missões jogadas.
A atmosfera nostálgica do início dos anos 2000 é evidente, mas a execução deixa a desejar. O enredo parece uma versão superficial de comédias adolescentes, sem a profundidade cultural que as inspira. A repetitividade nas falas dos NPCs e a falta de variedade nas missões contribuem para uma sensação de monotonia.
O jogo apresenta um sistema de missões que frequentemente envolve atividades como andar de bicicleta, mas mesmo essas mecânicas são limitadas. Embora seja possível realizar algumas manobras, a jogabilidade não é suficientemente envolvente para manter o interesse. As batalhas, por sua vez, são frustrantes e desarticuladas, com um sistema de combate que não flui bem.
Os elementos de stealth também não funcionam como deveriam, com falhas que tornam a experiência mais irritante do que divertida. Além disso, as aulas e minijogos apresentados são repetitivos e pouco inspiradores.
Visualmente, Agefield High é monótono e sem estilo, o que levanta questões sobre a originalidade do design. A falta de criatividade é um fator que pode afastar jogadores que esperavam algo mais inovador. Apesar de algumas mecânicas que poderiam ser interessantes, a execução geral do jogo parece apressada e mal planejada.
Agefield High: Rock the School está programado para ser lançado em 12 de agosto de 2026, mas, com a experiência até agora, muitos jogadores que esperavam reviver a magia de Bully podem ficar desapontados.