Assassin's Creed Black Flag Resynced está recebendo críticas por sua tentativa de ser extremamente fiel ao jogo original de 2013. Embora muitos jogadores tenham boas lembranças do título, a nova versão pode não ter conseguido capturar a essência que os fãs esperavam.
O autor Oscar Taylor-Kent destaca que, apesar de Black Flag Resynced ser visualmente impressionante, as mudanças na jogabilidade e na narrativa podem não agradar a todos. Ele menciona que a remoção de certos elementos da história e alterações na mecânica de combate mudaram a dinâmica do jogo, fazendo com que não se sentisse tão fiel ao original.
Uma das principais críticas é que a Ubisoft, ao tentar manter a fidelidade, acabou criando um jogo que pode confundir os jogadores. A linha entre remake e remaster está cada vez mais tênue, e muitos se perguntam se Black Flag Resynced realmente se classifica como um remake, dado que muitos níveis são idênticos ao original, apesar da nova estética gráfica.
O autor também reflete sobre o que realmente significa um remake, sugerindo que ele deveria permitir certa liberdade criativa. Comparando com o remake de Resident Evil 4, ele argumenta que a inovação e a disposição para arriscar são essenciais para criar algo novo e relevante, ao invés de simplesmente repetir o que já foi feito.
No final, ele expressa a esperança de que futuros remakes, incluindo o próximo Assassin's Creed Hexe, possam explorar novas direções e manter a conversa sobre o que esses jogos podem ser.
