Em uma nova jogada de Cyberpunk 2077, a autora se vê diante de um espelho quebrado no No Tell Motel, já percebendo que sua experiência está começando de forma sombria. A protagonista, V, tem se mostrado fria e calculista, refletindo a vida de uma corpo, mas suas ações a levam a questionar suas escolhas.

A jogadora já havia explorado os três caminhos de vida do jogo, mas agora se dedica a uma jogada como uma netrunner corpo, decidida a manipular tudo ao seu redor para recuperar sua vida e seu status, sem se preocupar com amizades.

Embora não seja uma psicopata, a V desta jogada é cínica e desdenha dos sonhos de Jackie, seu amigo, enquanto toma decisões que a afastam de qualquer empatia. Um dos momentos mais difíceis foi enviar Jackie para Vik Vektor, o que acaba sendo um passo em direção a um final que ela busca, mesmo que isso signifique entregar seu amigo às garras da Arasaka.

As escolhas de V, embora más, não a definem como uma pessoa ruim. O jogo permite que os jogadores explorem a dualidade de ser um vilão e as consequências que vêm com isso. O final considerado um dos piores do jogo, onde V ajuda a trazer Yorinobu Arasaka à justiça, é uma consequência direta das decisões tomadas durante a jogada.

Com a trama se desenrolando, a jogadora reflete sobre suas escolhas, prometendo que ser uma vilã não significa ser uma pessoa má, mas sim alguém que faz coisas ruins. A história de V continua a se desdobrar, e cada decisão pode moldar seu destino em Night City.