O crítico Fraser Brown teve acesso a duas campanhas de Warhammer 40,000: Dawn of War 4 — a dos Orks e a do Adeptus Mechanicus — além de um prólogo com a Astra Militarum. Segundo ele, o jogo supera as expectativas e deixa de lado os problemas do terceiro título da série.
A campanha dos Orks é apresentada como uma boa escolha para iniciantes, com unidades baratas e uma curva de aprendizado suave. Apesar da força bruta, o jogo exige planejamento, especialmente em missões como uma corrida entre duas facções de orks, onde o vencedor conquista o controle de Kronos.
O mapa da corrida combina elementos de MOBA com áreas abertas para batalhas em grande escala, pontos de bloqueio e posições elevadas. A interação visual entre os dois lados, mesmo separados, aumenta a tensão, enquanto os confrontos no topo do mapa geram climas de batalha épicas.
Após a corrida, o jogador escolhe um lado para seguir na campanha, com objetivos e mapas que variam conforme a decisão. O sistema de personalização de unidades, com troca de armas, é destacado como uma das principais vantagens do jogo, permitindo adaptação a diferentes ameaças.