Gears of War: E-Day traz uma nova abordagem ao misturar elementos tradicionais com uma estrutura semi-aberta. Recentemente, tive a oportunidade de jogar duas missões da campanha, que estão situadas no início do jogo.

A primeira missão é um exemplo clássico do que a série faz de melhor: um combate linear cheio de ação. Os jogadores controlam a Bravo Squad enquanto tentam evacuar Kolona, enfrentando ondas de drones Locust. A mecânica de jogo é intensa e as opções de combate são variadas, com a possibilidade de escolher entre armas de longo alcance ou se jogar na batalha com armas de combate próximo.

Um dos destaques dessa missão é a Breechshot, uma arma que combina força e versatilidade, ideal para quem busca alternativas ao Lancer. A seção em que Marcus e Dom atravessam vagões de trem em uma plataforma elevada é um exemplo da boa designação de encontros que a The Coalition implementou.

Por outro lado, a segunda missão apresenta uma experiência mais aberta, onde os jogadores recebem um mapa e um objetivo a ser cumprido em Kolona. Embora a exploração inicial tenha sido interessante, a sensação é de que a série não se destaca em trechos mais calmos e espaçados. As missões opcionais, como defender um posto de gasolina ou resgatar civis, acabam se tornando um mero complemento, sem um propósito claro além de avançar na história.

Em resumo, enquanto a primeira missão mostra o que Gears of War faz de melhor, a tentativa de criar um mundo semi-aberto na segunda parece não ter o mesmo impacto. A expectativa é que as partes tradicionais continuem a brilhar no jogo final.