James Gunn, diretor e co-CEO da DC Studios, respondeu a uma crítica frequente sobre os filmes do Universo Cinematográfico da DC: a ideia de que histórias individuais só têm valor se servirem de ponte para um grande evento crossover.
Em resposta a um comentário no Threads, Gunn afirmou que o DCU é uma realidade alternativa onde é possível entrar em qualquer ponto da narrativa — e contar uma história completa por si só. "Eu não gosto da ideia de que histórias individuais não são significativas a menos que levem a algo", disse.
Para ilustrar seu ponto, ele citou a franquia Star Wars, que há 50 anos explora diferentes personagens e épocas em filmes, séries, jogos e livros, sem depender de um evento central para ter relevância.
Apesar de haver conexões entre os filmes — como o próximo "Man of Tomorrow", que serve como sequência do Superman, com influências de "Supergirl", "Lanterns" e até o filme "Blue Beetle" do DCEU — Gunn reforçou que o foco deve estar na qualidade de cada produção. "Eu gostaria que as pessoas assistissem a Clayface porque é um ótimo filme de horror, e não porque ele aparecerá três filmes depois", afirmou.
O DCU tem se destacado pela diversidade de tons e gêneros: desde aventuras cósmicas e mistérios tipo True Detective até histórias de horror corporal. Segundo o próprio Gunn, essa malleabilidade é uma das maiores forças da franquia — assim como o próprio Clayface, que se transforma, mas mantém sua essência.