Bem-vindos de volta à nossa coluna semanal onde falamos sobre os jogos que temos jogado. Nesta edição, Connor escolhe Star Lord, Bertie se aventura na escola de demônios e Kelsey faz uma grande caminhada. E você, o que tem jogado?

Marvel Tokon: Fighting Souls, PS5

Nos primeiros dias de um jogo de luta, a busca por um personagem é essencial. Atualmente, estou jogando com Star Lord; a troca de ataques elementais durante os combos é bastante divertida. O Green Goblin é complicado demais para mim; não consigo me adaptar ao uso do glider. Jogar online tem sido divertido, embora eu tenha desativado o crossplay para evitar partidas com jogadores de PC. Estou ansioso para jogar em um local próximo em breve!

Demonschool, Switch 2

Eu queria jogar Demonschool há um tempo. É um RPG tático que foi lançado no final do ano passado. O que mais me impressionou até agora é como é fácil me envolver com o jogo. Normalmente, não consigo me prender a jogos por muito tempo, mas este me cativou rapidamente. Acredito que isso se deva à sua natureza animada. Você joga como Faye, uma estudante que vai para a escola de demônios, um lugar que, na verdade, não é bom, mas que traz muita empolgação. O diálogo, embora não seja dublado, é cheio de carisma e energia, complementado por uma arte colorida e expressiva.

O sistema de combate em grade me lembra muito de Fights in Tight Spaces, o que eu adoro. É um jogo que envolve posicionamento e movimentação dos inimigos para criar combos devastadores. A clareza e o ritmo do jogo tornam tudo muito acessível. Até agora, estou gostando bastante. Também estou jogando Slay the Spire 2 e Hades 2, além de ter instalado Grand Theft Auto 5 no PC, o que me deixou um pouco enjoado devido ao movimento. Mas não tem como negar o impacto desse jogo, mesmo anos depois.

Big Walk, Nintendo Switch 2

Após anos pressionando botões no controle do Xbox, meu braço dominante decidiu se rebelar, o que me limitou a jogar fora do trabalho. Porém, meu registro médico agora diz 'gamer', e nada, nem mesmo as ordens do médico para eu desacelerar, vai me impedir de jogar um dos jogos que mais espero este ano: Big Walk. Vou jogar em curtas sessões, porque, se tem uma coisa que eu faço bem, é encontrar um meio-termo.

Felizmente, Big Walk não é um jogo intenso que me faz apertar os botões do controle freneticamente. Ele é aconchegante, foca na comunicação entre amigos (e no caos que surge quando a comunicação falha) e tem uma trilha sonora encantadora que faz meu cérebro dançar de alegria. Meu grupo ainda não avançou muito na nossa grande caminhada (como mencionei, jogadas curtas são a solução por agora!), mas estou ansiosa para resolver mais quebra-cabeças táteis e ser levada pela natureza pelos meus amigos.