O jogo Moss, desenvolvido pela Polyarc, fez sua estreia em VR e conquistou muitos jogadores com sua narrativa envolvente e mecânicas inovadoras. Agora, com o lançamento de Moss: The Forgotten Relic para consoles e PC, a experiência promete alcançar um público maior, mas segundo alguns jogadores, a magia da versão em VR pode ter se perdido.
A primeira vez que a autora do artigo experimentou o jogo foi em 2017, durante a E3, onde teve uma experiência emocional marcante ao interagir com a pequena personagem Quill. No VR, o jogador não controla Quill, mas sim atua como um Reader, ajudando-a em sua jornada através de um mundo encantador. A sensação de tocar e ajudar Quill cria uma conexão única que, segundo a autora, não é replicada da mesma forma nas versões para consoles.
Na versão para consoles, embora a jogabilidade e a história permaneçam intactas, a autora sente que a experiência é diferente. Sem a imersão do VR, as interações se tornam mais mecânicas, e a relação entre o jogador e Quill perde um pouco da profundidade que a tornava tão especial. O ato de curar Quill, que no VR era um momento emocional, se transforma em apenas pressionar um botão.
Apesar das limitações, a autora reconhece a importância de tornar o jogo acessível a um público maior, especialmente considerando que o VR pode ser inacessível para muitos devido a questões de custo e espaço. No entanto, ela expressa saudade da experiência única que teve em VR e questiona como isso pode ser recuperado em futuras produções.
Para aqueles que nunca jogaram Moss, a recomendação é clara: jogue como puder, mas se tiver acesso a um headset VR, a experiência pode ser muito mais impactante.