Uma teoria dos fãs está gerando discussão após o lançamento de Clayface, o novo filme do DCU. A hipótese sugere que o comportamento obsessivo de Matt Hagen no final do filme não é resultado de paixão genuína, mas sim de uma programação biológica feita pelos nanotecnológicos que o transformaram.

Na trama, Matt Hagen sofre um terrível acidente que o deixa desfigurado. A Dr. Caitlyn Corr, responsável pelo tratamento experimental, usa sua própria DNA para desenvolver a tecnologia que o cura — e lhe dá poderes de transformação corporal. À medida que Hagen se envolve em uma vingança sangrenta, sua obsessão por Corr cresce de forma cada vez mais inquietante.

Um fã argumenta que, como Corr já havia incubado os nanotecnológicos com seu próprio DNA antes de Hagen chegar, eles poderiam ter sido condicionados para reconhecê-la como seu “modelo original”. Assim, a obsessão de Hagen não seria amor, mas sim uma reação biológica programada pelos dispositivos.

“O que se moveu dentro dele não foi um coração, mas os nanotecnológicos”, diz a teoria. “Eles estavam programados para retornar a ela — não por escolha, mas por instinto.”

Outros internautas concordam: se for verdade, a responsabilidade de criar um monstro que nunca para de buscar Corr recai diretamente sobre ela — e o que parecia ser um ato de cura pode ter sido o início de uma armadilha biológica.

Apesar da teoria ser sombria, o filme mantém o foco na escolha moral de Hagen. Mesmo com influência tecnológica, ele ainda opta pela violência, o que reforça que sua queda é mais sobre seus próprios traços do que sobre um destino programado.

Clayface está em exibição nos cinemas e já está gerando expectativa para o futuro do Universo DC no cinema.