O novo RPG da Game Freak, Beast of Reincarnation, tem sido promovido como um jogo de "uma pessoa e um cão". Nele, você controla Emma e seu cão Koo em um Japão pós-apocalíptico, enfrentando monstros gigantes. No entanto, a presença de Koo pode acabar tirando a diversão da exploração.
Embora o jogo não seja exatamente um mundo aberto, ele conta com mapas amplos que possuem caminhos alternativos e itens escondidos. O problema é que Koo aponta para tudo, tornando a descoberta de itens uma tarefa sem emoção. A experiência se resume a seguir os marcadores que o cão indica, eliminando qualquer surpresa durante a exploração.
Além disso, os cenários se tornam repetitivos, com pouca variedade entre as áreas. O jogo também apresenta paredes invisíveis que desencorajam a exploração, tornando a experiência ainda mais frustrante.
As constantes interrupções de Koo, que avisa sobre a presença de inimigos, podem ser irritantes, especialmente quando você já está ciente de que eles estão por perto. O comportamento do cão acaba se tornando um fardo, e os comentários de Emma sobre os inimigos não ajudam.
Apesar de Beast of Reincarnation oferecer desafios, a presença de Koo como uma mecânica de jogo disfarçada de personagem acaba prejudicando a experiência. Para quem esperava um cão que realmente ajudasse, a realidade é bem diferente.