Phantom Blade Zero chega ao mercado com uma proposta clara: oferecer uma experiência de RPG de ação intensa, mas sem a frustração típica dos Soulslikes. Segundo o diretor e CEO da S-Game, Soulframe Liang, o jogo foi feito para que mais pessoas pudessem se divertir, se desconectarem e aproveitarem o momento — sem precisar se tornar um mestre do gatilho.
Apesar de trazer elementos que lembram títulos como Dark Souls, Elden Ring e Bloodborne — como chefões cinematográficos, inimigos grotescos e uma história rica — o jogo dispensa a brutalidade extrema que marcou muitos títulos recentes. Diferentemente de jogos que exigem paciência infinita e repetições constantes, Phantom Blade Zero não castiga o jogador por morrer. Inimigos não se reaparecem, e os chefões contam com pontos de reinício em fases distintas, facilitando o progresso.
Para quem busca desafio, há três níveis de dificuldade na primeira rodada: Wayfarer (fácil), Pathbreaker (normal) e Hellwalker (difícil). Após a primeira vez, um modo de perma-morte se desbloqueia. A ideia, segundo Liang, é atender tanto quem quer relaxar quanto quem quer um bom susto.
Apesar de ainda não ter jogado a versão final, o jogo já desperta interesse por oferecer o que muitos fãs de ação RPGs querem: uma experiência envolvente sem o peso de ter que 'se tornar bom' para seguir em frente. No Brasil, onde o mercado de jogos tem crescido com títulos mais acessíveis, Phantom Blade Zero pode se destacar como uma alternativa ao clássico 'tente de novo' dos Soulslikes.