O autor Peter Tieryas compartilha sua experiência ao jogar Wind Waker com sua filha, destacando como isso mudou sua percepção sobre o jogo. Embora ele tenha gostado do título quando jogou pela primeira vez no GameCube, sentiu que a jogabilidade era simples e a quantidade de masmorras não atendia suas expectativas. No entanto, ao revisitar a versão HD no Wii U, a experiência se tornou mais rica e envolvente.

Desde o início, a animação expressiva dos personagens e os visuais vibrantes atraíram tanto Tieryas quanto sua filha. Ele admite que, na época do lançamento, ficou desapontado com o estilo gráfico, mas agora o vê como uma lufada de ar fresco em um cenário de jogos que busca o hiper-realismo.

Durante o jogo, sua filha se envolveu completamente, interagindo com NPCs, coletando rupees e até mesmo resgatando personagens. A simplicidade da jogabilidade, que antes o incomodava, agora permitiu que ela se concentrasse em aprender as mecânicas do jogo, proporcionando uma sensação de conquista e autonomia.

Ao progredirem, a narrativa e os desafios foram se intensificando, com a introdução de novos itens e mecânicas, como o Wind Waker e o grappling hook. Tieryas ficou impressionado com a forma como sua filha se adaptou e navegou pelos desafios, mostrando que a estrutura clássica de Zelda ainda funciona bem em um ambiente 3D cartunesco.

A história se desenrola com momentos significativos, como a revelação da verdadeira identidade de Tetra, que surpreendeu tanto o autor quanto sua filha. Essa redescoberta não só reforçou a conexão entre os jogos da série, mas também gerou discussões sobre a história de Hyrule e os sacrifícios feitos no passado.

Tieryas conclui que jogar Wind Waker com sua filha não apenas renovou seu amor pelo jogo, mas também proporcionou uma oportunidade única de compartilhar e explorar a rica narrativa da série Zelda juntos.