O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time está adotando uma das características mais elogiadas do Breath of the Wild: o modo sem interface. Segundo informações divulgadas por uma demonstração recente, o jogo oferece três níveis de personalização na interface, permitindo que jogadores escolham entre um visual tradicional, um modo Pro e um Master, ainda mais minimalista.
O modo padrão mantém elementos clássicos, como barras de vida, magia, minimapa e indicações de itens equipados — tudo conforme o esperado em jogos de ação-aventura modernos. Já o modo Pro remove quase toda a informação na tela, incluindo a barra de vida, deixando apenas o indicador de alvo Z para identificar inimigos.
No modo Master, ainda mais radical, até o reticulado de alvo é desativado. O jogador só sabe que está alvejando um inimigo quando Navi aparece sobre ele, como um lembrete sutil do personagem original. Esse recurso foi demonstrado em vídeos divulgados por criadores como Stephen Totilo e Zeltik.
A mudança responde a críticas anteriores sobre o excesso de handholding em títulos 3D da série, como Twilight Princess e Skyward Sword. Com o sucesso de Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, Nintendo tem se afastado do estilo guiado, e o remake de Ocarina of Time parece seguir esse caminho.
Com isso, a experiência promete ser mais desafiadora e imersiva, especialmente para quem busca uma jogabilidade mais livre e menos dependente de ajuda visual constante.