Após 11 anos do lançamento de The Witcher 3: Wild Hunt, o novo RPG de vampiros The Blood of Dawnwalker tem recebido críticas positivas, sendo considerado por alguns como um sucessor digno do clássico da CD Projekt Red.
Desenvolvido pela Rebel Wolves, estúdio fundado pelo ex-diretor de The Witcher 3, Konrad Tomaszkiewicz, o jogo apresenta uma proposta inovadora, com um sistema de tempo que limita o jogador a 30 dias para completar suas missões.
Atualmente, The Blood of Dawnwalker possui uma média de 83 no Metacritic e 84 no Opencritic. Embora essas notas possam não garantir uma indicação a jogos do ano, muitos críticos acreditam que o título oferece uma experiência rica para quem busca algo semelhante a The Witcher.
Travis Northup, da IGN, deu nota 9/10 e elogiou a forma como o jogo transforma o tempo em um recurso valioso, o que impacta diretamente na jogabilidade. Ele comentou que essa limitação inicial pode ser desafiadora, mas acaba enriquecendo a experiência ao forçar decisões significativas.
Robert Purchese, da Eurogamer, também destacou a dinâmica do ciclo dia/noite, onde o jogador alterna entre um humano comum durante o dia e um vampiro poderoso à noite, criando oportunidades únicas de gameplay.
No entanto, nem todas as críticas foram positivas. O Game Informer avaliou o jogo com 7/10, apontando que algumas boas ideias não se concretizam em uma experiência coesa, especialmente no sistema de combate, considerado repetitivo.
Além disso, o jogo enfrenta problemas técnicos, como notou Phil Hornshaw, da Gamespot, que mencionou falhas de desempenho e glitches visuais. Para quem se incomoda com problemas técnicos, pode ser prudente esperar por atualizações.
Apesar das críticas, muitos jogadores que apreciam RPGs ricos em sistemas e decisões significativas podem encontrar em The Blood of Dawnwalker uma experiência gratificante.