O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, disponível no Switch 2, representa uma evolução técnica significativa em relação ao original do N64. Apesar de ser considerado um dos melhores jogos de todos os tempos, o título original tinha um desempenho limitado, com taxa de quadros fixada em 20fps — e que, em certas áreas, chegava a cair para 16fps, segundo análise do Digital Foundry.

Em comparação com outros clássicos do N64, como Super Mario 64, que rodava em 30fps, o desempenho de Ocarina of Time era considerado inferior mesmo na época. No entanto, o novo remake supera essas limitações com uma taxa de quadros constante de 60fps, conforme confirmado por testes técnicos.

Além da estabilidade, o jogo suporta displays com taxa de atualização variável, embora esse recurso seja pouco útil quando o desempenho já está perfeito. A versão para 3DS havia alcançado 30fps, mas o Switch 2 entrega o sonho dos fãs: uma experiência fluida em 60fps, sem travamentos ou quedas significativas.

Apesar das mudanças visuais e de gameplay que estão gerando discussões entre os jogadores, a melhoria técnica é um dos pontos mais inegáveis do remake. Segundo a crítica de GamesRadar+, o jogo é "pura magia", combinando o encanto do original com gráficos modernos e um ritmo mais acessível — tudo isso em um desempenho que deixa o passado para trás.