O jogo 1666: Amsterdam, desenvolvido por Patrice Désilets e sua equipe na Panache Digital Games, promete uma experiência envolvente no cenário da Amsterdã do século XVII. No entanto, a prévia deixou algumas preocupações sobre sua jogabilidade e polimento.
Um dos destaques da prévia foi a exploração da cidade em uma vassoura, com uma atmosfera noturna e iluminada por lampiões. Apesar do mundo vasto e interessante, a experiência de combate não se mostrou tão cativante quanto esperado. O protagonista Noa enfrenta inimigos, mas as opções de combate são limitadas, tornando as batalhas menos desafiadoras.
O jogo, que está em desenvolvimento há mais de uma década, planeja um lançamento em acesso antecipado no dia 25 de agosto. A equipe de desenvolvimento afirma trabalhar em várias versões diariamente, priorizando o progresso sobre a perfeição.
Durante a prévia, Noa teve que lidar com caçadores de bruxas e realizar tarefas que envolviam a descoberta de poderes demoníacos. No entanto, a batalha contra um chefe foi frustrante devido a um bug que impediu o combate adequado.
Embora o jogo introduza mecânicas roguelite, como a seleção de habilidades após derrotar inimigos, a sensação geral foi de que a jogabilidade precisa de mais refinamento antes do lançamento. A exploração e a infiltração, que permitem abordagens criativas para resolver desafios, são aspectos que geram expectativa, mas a falta de um sistema de dificuldade e a repetitividade nas lutas levantam dúvidas sobre a experiência final.
Com a data de lançamento se aproximando, a expectativa é que 1666: Amsterdam consiga superar esses obstáculos e ofereça uma experiência que justifique a espera durante o acesso antecipado.