O conceito de jogos de azar continua gerando debates acalorados, especialmente no contexto dos videogames. Títulos como Luck Be A Landlord e Balatro enfrentaram classificações altas de idade em lojas de aplicativos e órgãos reguladores, devido à sua associação com o tema de jogos de azar.
Apesar de serem compras únicas e não possuírem microtransações, esses jogos utilizam elementos visuais inspirados em cassinos, como máquinas caça-níqueis e mãos de pôquer. Por outro lado, jogos que realmente incorporam mecânicas exploratórias, como loot boxes e gacha, parecem passar despercebidos pelas mesmas autoridades.
A questão que fica é: o que realmente caracteriza o jogo de azar? E como podemos discutir esse tema em 2025, em um cenário onde a presença de jogos de azar é cada vez mais evidente?