About Fishing é um dos jogos que mais me chamou a atenção na Gamescom. Sem pressão e com um clima descontraído, a experiência me fez rir das minhas falhas ao tentar pescar. A jogabilidade começa em uma praia pixelada, onde, com uma vara de pescar em mãos, um tutorial simples me ensina os fundamentos antes de me deixar livre para explorar.
Os controles exigem precisão e um bom entendimento da física, o que me deixou um pouco perdida. Contudo, mesmo com minhas dificuldades, a experiência se tornou quase meditativa. Ao invés de frustração, encontrei calma em meus erros e uma motivação para aprender a desacelerar. Acredito que a paciência será crucial mais adiante, especialmente quando a narrativa de mistério começar a se desenrolar.
A mecânica principal do jogo gira em torno da pesca. Para lançar a linha, é preciso segurar o botão direito do mouse, fazer um movimento semicircular e soltar. Meu personagem, que parece ser uma jovem pescadora, também não é muito habilidosa. Após uma longa espera, consegui pegar meu primeiro peixe e decidi levar meu troféu até um homem mais velho na praia, que me pareceu familiar.
Embora não fosse o ex-presidente dos EUA, o jogo é notável pela qualidade dos rostos, que são digitalizações de atores reais. Um deles é o Ben Starr, conhecido por seu trabalho em Final Fantasy 16. A estética PS1 é bem executada, e mesmo que não alcance o nível de realismo de LA Noire, o visual é impressionante.
O homem mais velho me deu dicas sobre como pescar, enfatizando a importância da paciência e da escolha dos alvos. Ao tentar capturar um peixe específico, percebi que precisava ser mais precisa, pois os peixes não se movem muito em direção ao anzol. Isso fez com que eu tivesse que me adaptar e melhorar minha técnica.
Apesar das dificuldades, About Fishing se destacou como um dos jogos mais visualmente interessantes que experimentei este ano, e estou ansiosa para ver como a narrativa se desenrolará.