Final Fantasy Resonance, o mais recente título da Square Enix, promete um combate dinâmico e envolvente, mas parece exagerar nas referências para os fãs da série.

Tradicionalmente, cada jogo da franquia Final Fantasy conta com histórias independentes, permitindo que novos jogadores entrem na série sem precisar conhecer os anteriores. No entanto, Resonance muda essa dinâmica ao integrar personagens clássicos e elementos do passado, tornando a experiência mais rica para quem já está familiarizado com a franquia.

Após uma demonstração de uma hora, a sensação foi de um misto de empolgação e preocupação. O combate por turnos é bem elaborado e a direção artística em HD-2D é impressionante, mas a narrativa parece ofuscar os novos personagens com tantas referências.

A história se passa com Rain, o comandante da frota de airships de Grandshelt, e seus amigos, incluindo Laswell, que possui um braço em forma de espada, e a maga branca Fina. Juntos, eles partem em uma missão para proteger cristais de uma ameaça obscura. O cenário é típico da série, com um mapa vibrante e encontros aleatórios.

Durante a demonstração, explorei o Templo do Vento, que, apesar de ser uma experiência divertida, não trouxe muitos detalhes sobre o mundo ao meu redor. As masmorras apresentadas foram interessantes, mas não impressionantes.