O lançamento de Halo: Campaign Evolved tem gerado debates acalorados. Apesar de receber críticas positivas, o jogo não teve um desempenho de vendas satisfatório no PS5, onde títulos como Black Ops 1 e 2 superaram as vendas do título da Microsoft em uma proporção de 16 para 1.
Após o lançamento, diversas posições contratuais foram encerradas, e os jogadores manifestaram descontentamento em relação a algumas mudanças mecânicas e artísticas. A mais recente crítica veio de Marcus Lehto, co-criador da franquia, que se mostrou insatisfeito com as alterações na representação da tecnologia Forerunner, fundamental para a narrativa do jogo.
Lehto destacou em um tweet que a tecnologia Forerunner, originalmente metálica e antiga, deveria transmitir uma sensação de vastidão e mistério. Ele criticou a nova aparência do anel Halo, que, segundo ele, parece mais um brinquedo novo do que uma construção monumental. "O anel do menu principal é a coisa mais ofensiva que vemos toda vez que iniciamos o jogo. Deveria parecer imenso, escuro e cheio de mistério, mas essa nova versão é simplesmente feia", afirmou.
Além disso, Lehto também comentou sobre a mudança no fundo que acompanha o anel, que, na lore do jogo, está localizado em uma região remota da galáxia. Ele mencionou que, embora a equipe original da Bungie tivesse suas falhas na direção artística em 2000, a Halo Studios foi longe demais em suas mudanças.
Embora Lehto não trabalhe na série desde 2011, seu papel na história de Halo é significativo, e suas observações podem influenciar futuras decisões da Xbox e da Halo Studios, especialmente com um remake de Halo 2 quase confirmado.