O grupo ou indivíduo conhecido como Cyberleek, responsável pelo recente vazamento de informações sobre Grand Theft Auto 6, afirma que não vai parar até que a Rockstar e a Take-Two se desculpem publicamente por suas práticas consideradas anti-consumidor.

Em um manifesto, o Cyberleek critica a indústria de jogos, alegando que as editoras vendem licenças como se fossem compras, lançam jogos inacabados como serviços contínuos, bloqueiam conteúdo em discos e chamam isso de DLC, e ainda mantêm jogos mortos enquanto continuam a arrecadar dinheiro. Segundo o manifesto, a cada ano, o anti-consumismo se torna mais forte, resultando em menos benefícios para os jogadores.

O grupo também anunciou que está arrecadando fundos para um projeto secreto, possivelmente através da venda de uma criptomoeda, que será utilizada para financiar suas ações e proteger-se contra represálias corporativas.

Entre as exigências do Cyberleek estão três "mandamentos": proibição de pré-vendas digitais, proibição de DLCs singleplayer que já fazem parte dos dados do jogo e a necessidade de estados de fallback offline para jogos solo. O manifesto avisa que as editoras que não cumprirem essas regras enfrentarão sanções, e que o Cyberleek não desistirá até que uma declaração pública e um compromisso concreto de melhoria sejam feitos.

Embora a abordagem do grupo seja dramática, a situação representa um desafio adicional para a Rockstar e a Take-Two, que ainda não se manifestaram publicamente sobre o assunto. No entanto, a rápida ação da empresa contra os vazamentos sugere que as informações divulgadas são legítimas.