Jordan Thomas, ex-diretor de BioShock 2 e fundador do estúdio Question, compartilhou uma revelação surpreendente sobre seu processo criativo: durante o desenvolvimento de The Blackout Club, seu jogo de horror cooperativo, ele jogou Path of Exile por mais de 7 mil horas.
Segundo Thomas, o jogo de rogue-like da Grinding Gear Games foi uma forma de manter a mente ativa em meio ao estresse e à intensidade do desenvolvimento. "Eu estava praticamente acordado o tempo todo", disse ele, destacando o papel do jogo como uma espécie de válvula de escape mental.
Thomas, que já trabalhou em títulos como Thief: Deadly Shadows, BioShock e BioShock Infinite, atualmente lidera o estúdio Question, responsável por The Magic Circle, South Park: Snow Day e The Killing Stone — seu mais recente lançamento, um roguelike de baralho com temática shakespeariana.
Apesar do foco em jogos sombrios e complexos, Thomas também demonstra um carinho especial por títulos como Hellraiser: Revival, que ele considera uma evolução visual e narrativa de seu amor pela franquia. Ele também mencionou o impacto de Condemned em sua carreira, especialmente por seu foco em combate corpo a corpo — algo que ele ainda valoriza hoje.
Seu tempo em Path of Exile, segundo ele, não foi apenas uma pausa, mas uma forma de manter a criatividade viva em meio a um processo de desenvolvimento que exigia muita energia mental.