Depois de três horas explorando o mundo de Phantom Blade Zero, fico impressionado com como o jogo consegue equilibrar a intensidade de um Soulslike com a elegância do wuxia. O combate é visceral, com golpes dramáticos, paradas precisas e movimentos acrobáticos que fazem o jogador se sentir verdadeiramente como um herói de artes marciais.

O protagonista, Soul, se move com agilidade pelas cenas: pula entre telhados, desvia de ataques com elegância e desencadeia finais espetaculares. A estética wuxia está presente desde os primeiros momentos, com cenários verticais, trilhas de fio vermelho que guiam o caminho e uma atmosfera que mistura fantasia e horror de forma envolvente.

Apesar de ter elementos como pontos de descanso (semelhantes a bonfires), o jogo não é punitivo. As janelas de parada são generosas, e o jogador pode levar alguns golpes antes de precisar se curar. Isso torna a experiência mais acessível, especialmente para quem não está acostumado com a dificuldade dos Soulslikes clássicos.

As armas oferecem diversas formas de combate: desde duelos rápidos com facas até golpes pesados com uma machadinha que só é ativada com o botão R2. Essa última, chamada Phantasm Edge, se mostra essencial em combates contra chefes, onde seu impacto é devastador — e muito satisfatório.

A jornada começa em uma ravina cheia de inimigos, com trechos de escalada, cordas e ladrilhos que bloqueiam o caminho. Depois de superar essas barreiras, o jogador chega a uma vila com NPCs amigáveis, um contraste que realça o mundo rico e imersivo do jogo.

Com lançamento marcado para 29 de outubro de 2026, Phantom Blade Zero está disponível para pré-venda no Brasil por R$ 249,90 (equivalente a US$ 60). A versão de demonstração já está disponível para PC e PS5.