O presidente da Konami, Hideki Hayakawa, afirmou em relatório financeiro recente que a inteligência artificial provavelmente não trará mudanças significativas no mercado de jogos. Segundo ele, mesmo que a IA aumente a eficiência na produção, os fatores mais importantes para criar jogos entretenidos e inovadores continuam sendo pessoas e criadores.

Hayakawa respondeu a perguntas sobre o potencial da IA em reduzir barreiras para novos desenvolvedores, mas argumentou que essas barreiras já foram amplamente abatidas por motores de jogo genéricos e pelo crescimento do conteúdo gerado por usuários (UGC). Ele afirmou que a tecnologia ainda não substitui a criatividade humana.

Apesar do otimismo, o comentário surge em um cenário onde muitas empresas do setor estão investindo pesado em ferramentas de IA para geração de arte, diálogos e até codificação de ambiente. A posição da Konami contrasta com o discurso mais entusiasmado de outras empresas, como a Microsoft, que já integram IA em processos de desenvolvimento.

Apesar de o texto original vir de uma tradução de fontes japonesas, o tom do presidente da Konami é claro: o valor humano no processo criativo ainda é insubstituível — pelo menos por enquanto.