Um projeto independente levou Super Mario Galaxy para o Game Boy Advance, um dos dispositivos mais limitados da história dos videogames. O trabalho foi feito por Tobias Friedly, que disponibilizou o código fonte no GitHub sob o nome de SMG GBA.

O repositório não inclui nenhum arquivo do jogo original. Para rodar o port, é necessário ter uma cópia legítima de Super Mario Galaxy (versão EUA) em formato .iso. O processo de compilação gera todos os assets — modelos, animações, texturas, sons, músicas e textos — diretamente a partir da sua ISO durante a construção do projeto.

Apesar das restrições do hardware do GBA, o port consegue reproduzir a essência do jogo original, com mecânicas e design fiéis. O projeto é voltado para entusiastas de desenvolvimento e modding, oferecendo uma experiência prática de como adaptar jogos complexos para plataformas antigas.

Para brasileiros, o acesso ao jogo original ainda depende da aquisição de uma cópia física ou digital, já que o título não está disponível no Nintendo Switch Online. O projeto, portanto, é uma curiosidade técnica e uma prova de que o espírito de criação ainda vive forte na comunidade de jogos independentes.