Hoje, 12 de outubro de 2026, completa quatro anos desde o lançamento da RTX 4090, a flagship da Nvidia da geração anterior. Lançada com preço de lançamento de US$ 1.499, a placa foi um marco em desempenho, com 24 GB de GDDR6X, 16.384 CUDA cores e 76,3 bilhões de transistores — números que ainda impressionam em 2026.
Atualmente, o modelo de entrada da nova geração, a RTX 5080, já custa a partir de US$ 1.640, mostrando como os preços subiram mesmo com desempenho inferior. Já a RTX 5090, sucessora direta da 4090, está praticamente indisponível no mercado consumidor. Listas de vendedores terceirizados mostram preços exorbitantes, e há rumores de que a fabricação foi interrompida para redestinar os chips GB202 para GPUs de data center e profissionais.
Apesar do preço elevado, a RTX 4090 se consolidou como uma das poucas GPUs de halo que justificaram o investimento para jogadores com orçamento apertado. Sua capacidade de rodar jogos em 4K com alta taxa de quadros, combinada com o DLSS Frame Generation, tornou-a um investimento de longo prazo.
Em contraste, a RTX 5090 — com preço de lançamento de US$ 1.999 e ainda mais caro no mercado secundário — gerou polêmica. Apesar de superar a 4090 em desempenho, o custo elevado e a dependência da tecnologia Multi Frame Generation, que divide a comunidade, dificultam sua justificativa para muitos.
Para muitos, a RTX 4090 representa o último halo card que fez sentido para um consumidor comum. Sua chegada marcou uma época em que o poder gráfico estava ao alcance de quem podia arcar com o preço — e ainda é lembrada com carinho por quem teve a coragem de comprar.