O filme live-action de Street Fighter, dirigido por Kitato Sakurai, estreia nos cinemas nesta sexta-feira (16 de outubro de 2026) com uma avaliação mista no Rotten Tomatoes, marcando apenas 41% de aprovação. Apesar de alguns críticos destacarem momentos divertidos, a maioria aponta problemas de tom, ritmo e consistência.
Na trama, Ryu (Andrew Koji) e Ken (Noah Centineo) são convencidos por Chun-Li (Callina Liang) a participar do Torneio dos Guerreiros Mundiais, com o objetivo de derrotar o vilão M. Bison (David Dastmalchian), conhecido por seu chapéu ridículo e personalidade exagerada.
O The Guardian criticou o filme por se contentar em se zombar do estilo dos anos 90, sem conseguir evoluir: "Street Fighter está satisfeito em se acomodar no passado, como se isso fosse o máximo que os filmes de games podem alcançar".
Em nossa análise, o filme recebeu 2,5 de 5 estrelas. "Um fracasso sobrecarregado: um filme hiper-edicionado, cheio de piadas de mau gosto e tom inconsistente, que termina no meio da própria história. Em vez de deixar você querendo mais, ele deixa uma dor de cabeça".
Já o New York Times foi mais generoso, destacando que o longa "parece ser o ápice natural da imaginação de um jogador de arcade, o 'e depois, e depois' de sonhos de luta desabrochando livremente".
Para quem se lembra do filme de 1994 — estrelado por Raul Julia como M. Bison —, a nova versão ainda está longe de superar o clássico de baixa avaliação: o original tem apenas 20% no Rotten Tomatoes, embora a atuação de Julia possa elevar o valor para pelo menos 30% se considerado com carinho.
O elenco de 2026 inclui nomes como Cody Rhodes como Guile, Roman Reigns como Akuma, 50 Cent como Balrog, Jason Momoa como Blanka, Orville Peck como Vega, Andrew Schulz como Dan e Mel Jarnson como Cammy.
Com o preço e a disponibilidade ainda não confirmados para o mercado brasileiro, o filme já está gerando debate sobre o futuro dos adaptações de jogos — especialmente com o histórico de filmes ruins no passado.