Na tentativa de descobrir quem era o melhor em ganhar ouro no beta de World of Warcraft: Forever, três jornalistas do PC Gamer se lançaram em um desafio de duas horas com um objetivo claro: acumular o máximo de ouro possível.

Os participantes começaram como personagens nível 1 da Horda, com apenas 20 silver como fundo inicial. O cenário era o Azeroth recém-reiniciado, com uma economia ainda instável — perfeito para testar estratégias antes que o mercado se estabilizasse.

Cada um escolheu uma abordagem diferente. Um dos jogadores, o Orc chamado Harvey Randall, apelou para seu vasto histórico de roleplay e criou um sistema de “sabedoria” vendida em torno do novo recurso de fogueira. Ele montou um conteúdo com frases inspiradoras, adágios e pensamentos originais, que oferecia em troca de doações.

Escolheu um ponto estratégico: o topo de uma torre de zepelim, onde todos os viajantes para a Undercity precisavam passar. Lá, ele se apresentou como um velho orc deslocado, pedindo ajuda para enfrentar o frio de Durotar. A abordagem foi bem-sucedida — muitos jogadores, curiosos ou generosos, contribuíram com pequenas quantidades.

Outro participante, Josh Wolens, tentou usar sua fama como jornalista de games para atrair atenção, embora nunca tivesse jogado muito World of Warcraft. A estratégia não deu tão certo, mas gerou muitas risadas no grupo.

Fraser Brown, por sua vez, adotou uma tática mais... criativa. Ele não revelou os detalhes, mas o desafio acabou envolvendo um “assalto” em um jogador, calúnia e, sim, ao menos um crash do jogo — algo que, segundo ele, foi “parte do plano”.

O experimento mostrou que, mesmo em um mundo de fantasia, a economia pode ser manipulada com criatividade, engenhosidade e um toque de teatro. E, claro, um pouco de caos.