A Creative Assembly revelou novas informações sobre Total War: Warhammer 40.000 durante a Gamescom, e as expectativas estão altíssimas. Tive a oportunidade de experimentar uma versão de prévia do jogo, onde passei uma hora explorando um pouco do tutorial, da campanha e, por fim, uma grande batalha no final do jogo.

Mesmo no tutorial, que começa com um pequeno exército de Ultramarines, já é possível perceber a singularidade de Total War 40k. A experiência foi tão empolgante que nunca havia sentido algo semelhante em um tutorial antes.

As batalhas em larga escala são um dos grandes atrativos do jogo, mas as menores também demonstram o que o diferencia de seus antecessores. Meu pequeno exército de Intercessores, composto por unidades básicas, se mostrou tão poderoso e versátil quanto um exército completo típico de Total War.

Quando os orks atacaram, posicionei meus soldados atrás de cobertura e comecei a disparar. As unidades não apenas utilizavam rifles de bolter comuns; elas tinham várias opções de armamento, permitindo que meu pequeno exército compensasse a falta de números com a diversidade de seu arsenal.

Granadas foram lançadas, causando grandes estragos na horda de orks. A devastação foi impressionante. Quando alguns orks conseguiram chegar perto, a luta corpo a corpo começou, e meus Intercessores mostraram que também são letais em combate próximo.

A variedade de armas exige decisões táticas mais complexas, dependendo do inimigo. Contra orks, armas automáticas são eficazes, enquanto que, em batalhas contra os aeldari, é melhor utilizar armamentos de longo alcance, como o rifle de bolter stalker.

Além disso, pude criar meu próprio capítulo de Space Marines, personalizando com cores e emblemas, embora a versão testada não incluísse todas as opções que a Creative Assembly planeja disponibilizar no lançamento.