A Microsoft respondeu a críticas infundadas sobre as recentes demissões na Xbox, que envolvem teorias racistas e conspiratórias. Segundo Frank Shaw, líder de comunicações da empresa, as mudanças na força de trabalho foram necessárias para reestruturar o negócio da Xbox, que enfrenta dificuldades. Ele afirmou que as demissões não têm relação com a substituição de funcionários por trabalhadores estrangeiros.
As especulações surgiram após a demissão de mais de 3.000 funcionários e a simultânea solicitação de menos da metade das vagas de visto H-1B, o que levou a uma cobertura sensacionalista por parte de veículos como a Fox News. A reportagem mencionou a origem indiana da CEO Asha Sharma, o que intensificou a disseminação de teorias de substituição de trabalhadores. Shaw destacou que a concessão de vistos é uma prática comum em toda a Microsoft e não se limita à divisão da Xbox.
Ele também destacou que as demissões afetaram funcionários em várias partes do mundo, incluindo Canadá e Alemanha, e que Sharma nasceu em Wisconsin, desafiando a narrativa de que as demissões estariam ligadas a sua etnia. A controvérsia em torno de vistos de trabalho e a imigração legal continua a ser um tema polêmico, especialmente em tempos de crescente retórica anti-imigração.


