
Blizzard Escapa de Demissões em Massa, Mas Futuro Permanece Incerto
A Blizzard Entertainment parece ter evitado as demissões em massa que afetaram outros estúdios da Xbox, mas ainda há incertezas sobre o futuro da empresa.
Negócios, estúdios, aquisições e mercado de games.

A Blizzard Entertainment parece ter evitado as demissões em massa que afetaram outros estúdios da Xbox, mas ainda há incertezas sobre o futuro da empresa.

A Xbox anunciou cortes de 3.200 empregos até o final do ano fiscal de 2027, e id Software foi uma das mais afetadas, com a maioria de seus programadores demitidos.

Ex-líder da PlayStation, Shawn Layden, discute os erros que levaram ao fracasso do PS Vita e o que poderia ter sido feito com um PSP2.

Evo, o maior torneio de jogos de luta do mundo, anunciou um fundo de apoio de US$ 1 milhão para eventos locais, gerando reações mistas na comunidade.

A United Videogame Workers (UVW-CWA) criou um fundo para ajudar trabalhadores demitidos nos EUA e Canadá, oferecendo suporte financeiro a quem enfrentou dificuldades devido a demissões.

Estúdio de The Elder Scrolls Online passa por cortes severos, afetando até metade da equipe.

A Netflix lançou o anime "Sparks of Tomorrow", ambientado em uma Kyoto alternativa no início do século XX, produzido pelo renomado estúdio Kyoto Animation.

Desenvolvedores de EVE Frontier falam sobre como equilibrar a narrativa sombria do jogo com as ferramentas de modificação que permitem criações inusitadas.

O recente anúncio de demissões na Xbox, que afetará cerca de 3.200 funcionários, gerou reações diversas na indústria de jogos. Profissionais expressaram surpresa e tristeza, refletindo sobre os desafios enfrentados pelo setor.

Katsuhiro Harada, ex-chefão da série Tekken, comenta sobre a carreira de Hidetaka Miyazaki e a evolução da FromSoftware, destacando a falta de apreciação pelo desenvolvimento gradual dos jogos da empresa.

Estúdio de RPG Obsidian Entertainment enfrenta demissões que afetam até veteranos com 21 anos de casa. A situação reflete os desafios enfrentados pela Xbox no setor.
O líder da esquerda francesa, Jean-Luc Mélenchon, se manifestou sobre a transição da indústria de jogos para o digital, afirmando que "os videogames não são meras mercadorias, mas ativos culturais".